Semarh e Ministério do Meio Ambiente vão retomar ‘Plano Velho Chico’

Estado é um dos incentivadores do projeto de revitalização das bacias hidrográficas do rio São Francisco

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Entusiasta da revitalização do rio São Francisco, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) esteve presente na primeira rodada de discussões promovidas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), na manhã desta quinta-feira (6).

O ministério retomou os debates ao promover para as secretarias estaduais eixos temáticos acerca da construção do ‘Plano Velho Chico’.

O secretário Alexandre Ayres intermediou os debates e evidenciou que o Governo de Alagoas atua com uma política de sustentabilidade e educação ambiental em busca de incentivar à população sobre a conservação do rio.

Nesse sentido, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos já alinha algumas demandas para debates, a exemplo do fortalecimento do Comitê de Bacia Hidrográfica; compensação sobre redução de vazão no rio; saneamento nas cidades situadas na bacia hidrográfica; e elaboração de um programa de recuperação das matas ciliares.

O assunto deve ser aprofundado em um novo encontro com representantes do Governo do Estado e instituições com o Ministério do Meio Ambiente, em data ainda a ser definida.

Durante o encontro, o diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas do Ministério do Meio Ambiente, Renato Saraiva, informou que o Governo Federal tem se articulado com os estados para que, em 2017, seja realizado um diagnóstico e, ao final do segundo semestre, sejam iniciadas as ações que vislumbram a revitalização das bacias do Velho Chico.

“É necessário que o Governo Federal fortaleça as parcerias com as secretarias de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. A revitalização das bacias foi reativada pelo Ministério e pretende nortear uma série de trabalhos para ampliar os passivos ambientais e evitar prejuízos ao rio e às comunidades”, destacou Saraiva.

Além da Semarh e Ministério do Meio Ambiente, participaram do encontro o Ministério Público Estadual e Federal, Funasa, Instituto Terra Viva e Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal).

Nigel Santana – Agência AL

06/10/16

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