Um dos suspeitos de matar taxista tem 71 passagens pela polícia

Crime ocorreu em Chapecó na quinta (13); homem foi morto a pedradas. Segundo delegado, suspeitos roubaram R$ 250 e um celular da vítima.

000

Com 71 registros policiais, um jovem de 18 anos foi preso preventivamente na tarde de quarta-feira (19) em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, suspeito de participar do assassinato de um taxista de 24 anos na madrugada do dia 13 de outubro. Segundo a Polícia Civil, outros dois adolescentes foram apreendidos por envolvimento no crime. Eles roubaram R$ 250 da vítima e um celular.

Depois de abordar o táxi, os suspeitos dominaram José Cesar Zanchet dentro do carro e o agrediram. Segundo o delegado da Divisão de Investigações Criminais de Fronteira (Dic Fron), Fábio Baja, o rapaz de 18 anos assumiu a direção do carro até o matagal onde eles imobilizaram a vítima e mataram a pedradas.

“O caso foi solucionado em 36 horas, com o auxílio de uma gravação feita por câmeras de videomonitoramento do Centro da cidade, em que os três garotos aparecem entrando no carro. O rosto do adolescente de 15 anos é o mais visível e foi possível a identificação imediata. Procuramos o pai dele que o levou à delegacia um dia depois do crime, quando relatou detalhes da morte”, contou Baja.

Antecedentes criminais
Conforme o delegado, o jovem de 18 anos estava em um bar da cidade com o celular da vítima ao ser preso. Ele foi levado para a delegacia e preferiu permanecer em silêncio.

“Ele tem 71 registros policiais por roubo e tráfico, e estranhamente não estava internado. Agora, foi conduzido ao Presídio de Chapecó, onde deve permanecer à disposição da Justiça por tempo indefinido”, comentou Baja.

O adolescente de 17 anos se apresentou no fórum do município na quarta e será ouvido nos próximos dias pela polícia. “Um taxista que foi abordado por eles antes da vítima e se negou a fazer a corrida reconheceu os três garotos”, disse.

Os dois apreendidos foram levados para o Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório (Casep) de Chapecó, onde devem ficar por 45 dias. Se condenados, podem cumprir até 3 anos, segundo Baja.

g1

20/10/2016

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *